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  • 🟠No coletivo das aposentadas e aposentados do SISMUC desta quarta-feira (14), Dr. Rosinha, um dos fundadores do nosso Sindicato, conversou com a categoria a respeito dos rumos do nosso país com a atual conjuntura do 2º turno das eleições para presidente. 

O servidor público aposentado reforçou que, mais do que nunca, é hora de estarmos na rua exigindo condições de trabalho e de vida dignas. “Estou nas ruas todos os dias para conversar com a população, precisamos alertar sobre as propostas dos candidatos e como cada uma delas afeta as pessoas, os servidores públicos, inclusive quem está aposentado. Somente com a gente na rua, mostrando a força da população é que seguiremos cada vez mais fortes” manifestou. 

Na sequência do encontro, o assessor jurídico do SISMUC, Ludimar Rafanhim, dialogou com a categoria a respeito do desconto de 14% nas aposentadorias, incentivando que a luta pela revogação não pare. “Não foi sempre assim, havia um tempo que servidores aposentados não pagavam contribuição previdenciária. Com a Reforma da Previdência, aprovada pelo ex-presidente Bolsonaro, Rafael Greca e Eduardo Pimentel se inspiraram e aplicaram no município a própria Reforma, taxando os aposentados em 14%.” Na ocasião, Ludimar também aproveitou para tirar dúvidas dos servidores a respeito das regras da aposentadoria e demais orientações.
  • Neste 15 de outubro, antes das homenagens, queremos segurança e respeito para as professoras e os professores!

A escalada da violência nas escolas, com casos como o da professora e das crianças feitas reféns no CMEI São Braz, em Curitiba, mostra que não podemos mais fechar os olhos para a realidade das profissionais da educação.

As trabalhadoras da educação não podem ser deixadas sozinhas diante de ameaças e situações de violência. É responsabilidade da Prefeitura garantir condições seguras de trabalho, investir na prevenção e adotar medidas concretas para proteger quem educa e as crianças.

Não basta homenagear professoras e professores em uma data comemorativa. É preciso valorizar a categoria na prática, com proteção, respeito e condições dignas de trabalho.

O SISMUC cobra respostas e ações concretas.
  • ✊🏽🚩 𝗩𝗶𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮 𝗵𝗶𝘀𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗮 𝗰𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮𝗱𝗼𝗿𝗮: 𝗦𝗲𝗻𝗮𝗱𝗼 𝗮𝗽𝗿𝗼𝘃𝗮 𝗳𝗶𝗺 𝗱𝗮 𝗲𝘀𝗰𝗮𝗹𝗮 𝟲𝘅𝟭

A classe trabalhadora conquistou uma importante vitória na luta por melhores condições de vida. O Senado Federal aprovou, na noite desta quarta-feira (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê o fim da escala 6×1, com dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada de trabalho, sem cortes salariais. O texto recebeu 75 votos favoráveis e apenas um contrário em cada turno. O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), aliado político de Flávio Bolsonaro (PL).

Mais do que uma mudança na organização do trabalho, a aprovação representa a possibilidade de milhões de brasileiros terem mais tempo para descansar, cuidar da saúde, acompanhar o crescimento dos filhos, estudar e estar com a família. Afinal, a vida não pode se resumir ao trabalho. Ter tempo para viver com dignidade também é um direito.

A proposta, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), contou com a coautoria e a mobilização da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e teve o apoio público do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que defendeu o fim da escala 6×1. A votação também evidenciou a disputa política em torno dos direitos trabalhistas, especialmente às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.

🔗 Quer entender as etapas de transição e o que está em jogo na disputa política? Leia a matéria completa no nosso site (sismuc.org.br)! 

📸 Foto: Carlos Moura/Agência Senado
  • 💚 Dizem que, quando ensinamos alguém, plantamos uma semente cujo florescimento nem sempre teremos a oportunidade de testemunhar.

Uma palavra de incentivo, uma dúvida acolhida, uma descoberta compartilhada. Muitas vezes, é assim, nos pequenos gestos de cada dia, que professoras e professores transformam vidas e ajudam a abrir caminhos para o futuro.

Mas nenhuma semente floresce apenas pela força de quem a cultiva. É preciso cuidado, condições e tempo. Na educação, isso significa salários dignos, carreira valorizada, estrutura adequada e respeito a quem ensina.

O concurso público, o plano de carreira, a hora-atividade e a aposentadoria especial são frutos da organização e da luta coletiva dos trabalhadores e das trabalhadoras da educação. Conquistas que não surgiram por acaso e que precisam ser defendidas, porque nenhum direito está definitivamente garantido.

Em Curitiba, a luta pela aplicação do Piso Nacional do Magistério mostra que ainda há muito a avançar. E as decisões políticas influenciam diretamente o futuro da educação pública. Por isso, conhecer as propostas e cobrar compromissos de quem disputa cargos públicos também é cuidar das sementes que plantamos hoje.
Professoras e professores, vocês são protagonistas dessa história. Com conhecimento, dedicação e luta, ajudam a formar pessoas e a construir novas possibilidades para a sociedade.

Neste 15 de outubro, nosso reconhecimento a quem ensina, inspira e não desiste de fazer florescer futuros.

Para colher um futuro melhor, é preciso cuidar, hoje, de quem ensina a construí-lo.💚
🟠No coletivo das aposentadas e aposentados do SISMUC desta quarta-feira (14), Dr. Rosinha, um dos fundadores do nosso Sindicato, conversou com a categoria a respeito dos rumos do nosso país com a atual conjuntura do 2º turno das eleições para presidente. 

O servidor público aposentado reforçou que, mais do que nunca, é hora de estarmos na rua exigindo condições de trabalho e de vida dignas. “Estou nas ruas todos os dias para conversar com a população, precisamos alertar sobre as propostas dos candidatos e como cada uma delas afeta as pessoas, os servidores públicos, inclusive quem está aposentado. Somente com a gente na rua, mostrando a força da população é que seguiremos cada vez mais fortes” manifestou. 

Na sequência do encontro, o assessor jurídico do SISMUC, Ludimar Rafanhim, dialogou com a categoria a respeito do desconto de 14% nas aposentadorias, incentivando que a luta pela revogação não pare. “Não foi sempre assim, havia um tempo que servidores aposentados não pagavam contribuição previdenciária. Com a Reforma da Previdência, aprovada pelo ex-presidente Bolsonaro, Rafael Greca e Eduardo Pimentel se inspiraram e aplicaram no município a própria Reforma, taxando os aposentados em 14%.” Na ocasião, Ludimar também aproveitou para tirar dúvidas dos servidores a respeito das regras da aposentadoria e demais orientações.
🟠No coletivo das aposentadas e aposentados do SISMUC desta quarta-feira (14), Dr. Rosinha, um dos fundadores do nosso Sindicato, conversou com a categoria a respeito dos rumos do nosso país com a atual conjuntura do 2º turno das eleições para presidente. 

O servidor público aposentado reforçou que, mais do que nunca, é hora de estarmos na rua exigindo condições de trabalho e de vida dignas. “Estou nas ruas todos os dias para conversar com a população, precisamos alertar sobre as propostas dos candidatos e como cada uma delas afeta as pessoas, os servidores públicos, inclusive quem está aposentado. Somente com a gente na rua, mostrando a força da população é que seguiremos cada vez mais fortes” manifestou. 

Na sequência do encontro, o assessor jurídico do SISMUC, Ludimar Rafanhim, dialogou com a categoria a respeito do desconto de 14% nas aposentadorias, incentivando que a luta pela revogação não pare. “Não foi sempre assim, havia um tempo que servidores aposentados não pagavam contribuição previdenciária. Com a Reforma da Previdência, aprovada pelo ex-presidente Bolsonaro, Rafael Greca e Eduardo Pimentel se inspiraram e aplicaram no município a própria Reforma, taxando os aposentados em 14%.” Na ocasião, Ludimar também aproveitou para tirar dúvidas dos servidores a respeito das regras da aposentadoria e demais orientações.
🟠No coletivo das aposentadas e aposentados do SISMUC desta quarta-feira (14), Dr. Rosinha, um dos fundadores do nosso Sindicato, conversou com a categoria a respeito dos rumos do nosso país com a atual conjuntura do 2º turno das eleições para presidente. 

O servidor público aposentado reforçou que, mais do que nunca, é hora de estarmos na rua exigindo condições de trabalho e de vida dignas. “Estou nas ruas todos os dias para conversar com a população, precisamos alertar sobre as propostas dos candidatos e como cada uma delas afeta as pessoas, os servidores públicos, inclusive quem está aposentado. Somente com a gente na rua, mostrando a força da população é que seguiremos cada vez mais fortes” manifestou. 

Na sequência do encontro, o assessor jurídico do SISMUC, Ludimar Rafanhim, dialogou com a categoria a respeito do desconto de 14% nas aposentadorias, incentivando que a luta pela revogação não pare. “Não foi sempre assim, havia um tempo que servidores aposentados não pagavam contribuição previdenciária. Com a Reforma da Previdência, aprovada pelo ex-presidente Bolsonaro, Rafael Greca e Eduardo Pimentel se inspiraram e aplicaram no município a própria Reforma, taxando os aposentados em 14%.” Na ocasião, Ludimar também aproveitou para tirar dúvidas dos servidores a respeito das regras da aposentadoria e demais orientações.
🟠No coletivo das aposentadas e aposentados do SISMUC desta quarta-feira (14), Dr. Rosinha, um dos fundadores do nosso Sindicato, conversou com a categoria a respeito dos rumos do nosso país com a atual conjuntura do 2º turno das eleições para presidente. 

O servidor público aposentado reforçou que, mais do que nunca, é hora de estarmos na rua exigindo condições de trabalho e de vida dignas. “Estou nas ruas todos os dias para conversar com a população, precisamos alertar sobre as propostas dos candidatos e como cada uma delas afeta as pessoas, os servidores públicos, inclusive quem está aposentado. Somente com a gente na rua, mostrando a força da população é que seguiremos cada vez mais fortes” manifestou. 

Na sequência do encontro, o assessor jurídico do SISMUC, Ludimar Rafanhim, dialogou com a categoria a respeito do desconto de 14% nas aposentadorias, incentivando que a luta pela revogação não pare. “Não foi sempre assim, havia um tempo que servidores aposentados não pagavam contribuição previdenciária. Com a Reforma da Previdência, aprovada pelo ex-presidente Bolsonaro, Rafael Greca e Eduardo Pimentel se inspiraram e aplicaram no município a própria Reforma, taxando os aposentados em 14%.” Na ocasião, Ludimar também aproveitou para tirar dúvidas dos servidores a respeito das regras da aposentadoria e demais orientações.
🟠No coletivo das aposentadas e aposentados do SISMUC desta quarta-feira (14), Dr. Rosinha, um dos fundadores do nosso Sindicato, conversou com a categoria a respeito dos rumos do nosso país com a atual conjuntura do 2º turno das eleições para presidente. O servidor público aposentado reforçou que, mais do que nunca, é hora de estarmos na rua exigindo condições de trabalho e de vida dignas. “Estou nas ruas todos os dias para conversar com a população, precisamos alertar sobre as propostas dos candidatos e como cada uma delas afeta as pessoas, os servidores públicos, inclusive quem está aposentado. Somente com a gente na rua, mostrando a força da população é que seguiremos cada vez mais fortes” manifestou. Na sequência do encontro, o assessor jurídico do SISMUC, Ludimar Rafanhim, dialogou com a categoria a respeito do desconto de 14% nas aposentadorias, incentivando que a luta pela revogação não pare. “Não foi sempre assim, havia um tempo que servidores aposentados não pagavam contribuição previdenciária. Com a Reforma da Previdência, aprovada pelo ex-presidente Bolsonaro, Rafael Greca e Eduardo Pimentel se inspiraram e aplicaram no município a própria Reforma, taxando os aposentados em 14%.” Na ocasião, Ludimar também aproveitou para tirar dúvidas dos servidores a respeito das regras da aposentadoria e demais orientações.
4 horas ago
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Neste 15 de outubro, antes das homenagens, queremos segurança e respeito para as professoras e os professores!

A escalada da violência nas escolas, com casos como o da professora e das crianças feitas reféns no CMEI São Braz, em Curitiba, mostra que não podemos mais fechar os olhos para a realidade das profissionais da educação.

As trabalhadoras da educação não podem ser deixadas sozinhas diante de ameaças e situações de violência. É responsabilidade da Prefeitura garantir condições seguras de trabalho, investir na prevenção e adotar medidas concretas para proteger quem educa e as crianças.

Não basta homenagear professoras e professores em uma data comemorativa. É preciso valorizar a categoria na prática, com proteção, respeito e condições dignas de trabalho.

O SISMUC cobra respostas e ações concretas.
Neste 15 de outubro, antes das homenagens, queremos segurança e respeito para as professoras e os professores! A escalada da violência nas escolas, com casos como o da professora e das crianças feitas reféns no CMEI São Braz, em Curitiba, mostra que não podemos mais fechar os olhos para a realidade das profissionais da educação. As trabalhadoras da educação não podem ser deixadas sozinhas diante de ameaças e situações de violência. É responsabilidade da Prefeitura garantir condições seguras de trabalho, investir na prevenção e adotar medidas concretas para proteger quem educa e as crianças. Não basta homenagear professoras e professores em uma data comemorativa. É preciso valorizar a categoria na prática, com proteção, respeito e condições dignas de trabalho. O SISMUC cobra respostas e ações concretas.
7 horas ago
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✊🏽🚩 𝗩𝗶𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮 𝗵𝗶𝘀𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗮 𝗰𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮𝗱𝗼𝗿𝗮: 𝗦𝗲𝗻𝗮𝗱𝗼 𝗮𝗽𝗿𝗼𝘃𝗮 𝗳𝗶𝗺 𝗱𝗮 𝗲𝘀𝗰𝗮𝗹𝗮 𝟲𝘅𝟭

A classe trabalhadora conquistou uma importante vitória na luta por melhores condições de vida. O Senado Federal aprovou, na noite desta quarta-feira (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê o fim da escala 6×1, com dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada de trabalho, sem cortes salariais. O texto recebeu 75 votos favoráveis e apenas um contrário em cada turno. O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), aliado político de Flávio Bolsonaro (PL).

Mais do que uma mudança na organização do trabalho, a aprovação representa a possibilidade de milhões de brasileiros terem mais tempo para descansar, cuidar da saúde, acompanhar o crescimento dos filhos, estudar e estar com a família. Afinal, a vida não pode se resumir ao trabalho. Ter tempo para viver com dignidade também é um direito.

A proposta, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), contou com a coautoria e a mobilização da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e teve o apoio público do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que defendeu o fim da escala 6×1. A votação também evidenciou a disputa política em torno dos direitos trabalhistas, especialmente às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.

🔗 Quer entender as etapas de transição e o que está em jogo na disputa política? Leia a matéria completa no nosso site (sismuc.org.br)! 

📸 Foto: Carlos Moura/Agência Senado
✊🏽🚩 𝗩𝗶𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮 𝗵𝗶𝘀𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗮 𝗰𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮𝗱𝗼𝗿𝗮: 𝗦𝗲𝗻𝗮𝗱𝗼 𝗮𝗽𝗿𝗼𝘃𝗮 𝗳𝗶𝗺 𝗱𝗮 𝗲𝘀𝗰𝗮𝗹𝗮 𝟲𝘅𝟭 A classe trabalhadora conquistou uma importante vitória na luta por melhores condições de vida. O Senado Federal aprovou, na noite desta quarta-feira (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê o fim da escala 6×1, com dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada de trabalho, sem cortes salariais. O texto recebeu 75 votos favoráveis e apenas um contrário em cada turno. O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), aliado político de Flávio Bolsonaro (PL). Mais do que uma mudança na organização do trabalho, a aprovação representa a possibilidade de milhões de brasileiros terem mais tempo para descansar, cuidar da saúde, acompanhar o crescimento dos filhos, estudar e estar com a família. Afinal, a vida não pode se resumir ao trabalho. Ter tempo para viver com dignidade também é um direito. A proposta, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), contou com a coautoria e a mobilização da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e teve o apoio público do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que defendeu o fim da escala 6×1. A votação também evidenciou a disputa política em torno dos direitos trabalhistas, especialmente às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro. 🔗 Quer entender as etapas de transição e o que está em jogo na disputa política? Leia a matéria completa no nosso site (sismuc.org.br)! 📸 Foto: Carlos Moura/Agência Senado
8 horas ago
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💚 Dizem que, quando ensinamos alguém, plantamos uma semente cujo florescimento nem sempre teremos a oportunidade de testemunhar.

Uma palavra de incentivo, uma dúvida acolhida, uma descoberta compartilhada. Muitas vezes, é assim, nos pequenos gestos de cada dia, que professoras e professores transformam vidas e ajudam a abrir caminhos para o futuro.

Mas nenhuma semente floresce apenas pela força de quem a cultiva. É preciso cuidado, condições e tempo. Na educação, isso significa salários dignos, carreira valorizada, estrutura adequada e respeito a quem ensina.

O concurso público, o plano de carreira, a hora-atividade e a aposentadoria especial são frutos da organização e da luta coletiva dos trabalhadores e das trabalhadoras da educação. Conquistas que não surgiram por acaso e que precisam ser defendidas, porque nenhum direito está definitivamente garantido.

Em Curitiba, a luta pela aplicação do Piso Nacional do Magistério mostra que ainda há muito a avançar. E as decisões políticas influenciam diretamente o futuro da educação pública. Por isso, conhecer as propostas e cobrar compromissos de quem disputa cargos públicos também é cuidar das sementes que plantamos hoje.
Professoras e professores, vocês são protagonistas dessa história. Com conhecimento, dedicação e luta, ajudam a formar pessoas e a construir novas possibilidades para a sociedade.

Neste 15 de outubro, nosso reconhecimento a quem ensina, inspira e não desiste de fazer florescer futuros.

Para colher um futuro melhor, é preciso cuidar, hoje, de quem ensina a construí-lo.💚
💚 Dizem que, quando ensinamos alguém, plantamos uma semente cujo florescimento nem sempre teremos a oportunidade de testemunhar. Uma palavra de incentivo, uma dúvida acolhida, uma descoberta compartilhada. Muitas vezes, é assim, nos pequenos gestos de cada dia, que professoras e professores transformam vidas e ajudam a abrir caminhos para o futuro. Mas nenhuma semente floresce apenas pela força de quem a cultiva. É preciso cuidado, condições e tempo. Na educação, isso significa salários dignos, carreira valorizada, estrutura adequada e respeito a quem ensina. O concurso público, o plano de carreira, a hora-atividade e a aposentadoria especial são frutos da organização e da luta coletiva dos trabalhadores e das trabalhadoras da educação. Conquistas que não surgiram por acaso e que precisam ser defendidas, porque nenhum direito está definitivamente garantido. Em Curitiba, a luta pela aplicação do Piso Nacional do Magistério mostra que ainda há muito a avançar. E as decisões políticas influenciam diretamente o futuro da educação pública. Por isso, conhecer as propostas e cobrar compromissos de quem disputa cargos públicos também é cuidar das sementes que plantamos hoje. Professoras e professores, vocês são protagonistas dessa história. Com conhecimento, dedicação e luta, ajudam a formar pessoas e a construir novas possibilidades para a sociedade. Neste 15 de outubro, nosso reconhecimento a quem ensina, inspira e não desiste de fazer florescer futuros. Para colher um futuro melhor, é preciso cuidar, hoje, de quem ensina a construí-lo.💚
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