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  • 25/11/2021 Geral

    CuritibaPrev dá mais uma prova de que é insustentável

    CuritibaPrev dá mais uma prova de que é insustentável
    Arte: Ctrl S
    CuritibaPrev dá mais uma prova de que é insustentável

    O governo Greca, com autorização da Câmara Municipal, vai repassar um total de R$ 18 milhões para a CuritibaPrev. Apesar de propagandear que a CuritibaPrev é uma ótima opção de previdência privada para os servidores, a instituição ainda não deu nenhum sinal de ser sustentável e, desde que foi criada, retira dinheiro dos cofres públicos sistematicamente.

    A CuritibaPrev foi criada em novembro de 2017 sob protestos dos servidores na Câmara Municipal. Segundo a própria Prefeitura, para iniciar os trabalhos, a CuritibaPrev precisou de um adiantamento de R$ 6 milhões. E, prontamente, o município socorreu a Fundação e, por meio do decreto Municipal nº 1.200, de 2018, repassou 20 parcelas de R$ 300 mil, pagas até 30 de maio de 2020.

    Em 2020, um novo repasse, de mesmo valor, foi feito pelo município à Fundação. Esse novo repasse foi regulamentado pelo decreto nº 891, de 2020, que novamente previu o pagamento em 20 parcelas, com a última prevista para janeiro de 2022.

    E, agora, antes mesmo do fim do pagamento do segundo repasse, a Prefeitura já garantiu mais um adiantamento de R$ 6 milhões para a CuritibaPrev. Em quatro anos, a fundação já retirou R$ 18 milhões dos cofres públicos da cidade. O que mais o desprefeito Greca quer como prova de que a previdência privada não é sustentável?!

    De acordo com a mensagem enviada pela administração à Câmara, os repasses acontecem enquanto a CuritibaPrev não adquirir a condição de sustentabilidade. A grande questão é que a categoria avisou que a previdência privada não se sustentaria, visto outros exemplos como o Postalis e o Petros, e que era uma péssima escolha para os trabalhadores.

    O governo faz repasses milionários à CuritibaPrev enquanto ataca a aposentadoria dos servidores, implanta a Reforma da Previdência para o funcionalismo e ainda tenta nos fazer acreditar que o Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC) é custoso e precisa ser enxugado.

    Seguimos firmes na denúncia do cabide de emprego que a CuritibaPrev é. O presidente da CuritibaPrev, por exemplo, tem salário de R$ 19 mil e ainda recebe vale alimentação. Enquanto isso os servidores amargam congelamento salarial. Esses altos salários são mantidos com as sistemáticas retiradas de dinheiro que deveria atender a população curitibana, mas que a Prefeitura destina entrega a previdência privada.

    Imprensa SISMUC SISMMAC
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